quinta-feira, 28 de agosto de 2014

ALGUNS DOS FUNDAMENTOS DA ESCOLA GNÓSTICA DE SAMAEL AUN WEOR










Luiz Carlos Nogueira








Estas são algumas informações pinçadas dos ensinamentos da Escola Gnóstica de Samael Aun Weor, apenas para conhecimento dos leitores, portanto não faço quaisquer julgamentos ou apologia dessa Escola, e tampouco pretendo polemizar o assunto.


Como se infere do título desta matéria, um dos fundamentos que considero mais marcante trata-se da Sahaja Maithuna - Alquimia sexual - Tantra Yoga.

 

O Maithuna é um ritual do sexo, realizado através do Yoga Tântrico. É considerado como um das mais importantes e poderosa técnica mística de todas as cerimônias tântricas, quando segundo seus praticantes, encarnam a consciência de Shakti, ou a grande mãe, quando se busca a união dos princípios masculinos e femininos (princípios opostos), para que o homem-Shiva e mulher-Shakti se tornem UM.

O Maithuna é uma técnica, que segundo esse Mestre, permite elevar nossa sensibilidade a uma potência máxima que não é possível descrever. Portanto, o tântrico, com essa prática procura transcender o seu eu através da força máxima do universo, que estaria contida nos mistérios sexuais, que se encontram dentro e fora do homem.


Quando dessa prática (shadaná) o homem assume o papel de Shiva e a mulher de Shakti, para que ambos possam realizar o maha yantra (grande símbolo), que propicia suas uniões em Purusha (consciência cósmica). Essa prática, segundo seus adeptos, eleva-os à grande mãe kundalini, pelo canal Sushumna e ilumina-lhes as consciências.

Nota: A Sushumna, é talvez o mais importante dos canais de energia. Ela segue o alinhamento do Merudanda (Meru: a montanha que é o eixo do mundo pela mitologia Hindu), o eixo da coluna vertebral (cerebro-espinhal) e flui da extremidade inferior da mesma até chegar a extremidade da cabeça, na assim-chamada coroa-craniana. Sushumna é descrito como de cor vermelha (a cor do fogo (Agni)). http://pt.wikipedia.org/wiki/Nadi

 

 

Segundo Samael, esta é uma das práticas das Escolas que ensinam a fabricar a alma. Aliás, falar em fabricar a alma, diz Samael que: “cheira a coisas raras às pessoas religiosas. Muitos até nos caluniam qualificando-nos de materialistas. Realmente não somos Materialistas, nós somo Esoteristas e isso é tudo.”. Continuando, diz ele: “O ‘animal intelectual’ só tem encarnado o Budata, o princípio Budista Interior, a Essência, o Material Psíquico, a Matéria Prima para fabricar Alma.”


“Toda escola que ensina fabricar Alma sabe muito bem que o homem tem um Eu Pluralizado, que malgasta miseravelmente, o material psíquico em explosões atômicas de Ira, Cobiça, Luxúria, Orgulho, Inveja, Preguiça, Gula, etc.,etc., etc. Enquanto esse Eu Pluralizado exista dentro do homem, estaremos perdendo, miseravelmente, as forças do Budata. Faz-se necessário dissolver esse Eu, se é que queremos, realmente, fabricar Alma.”

“Toda Escola Autêntica de Regeneração ensina os Três Fatores Básicos da Revolução da Consciência. Esses três fatores são: Morrer, Nascer e sacrificar-se pela Humanidade. O Eu Pluralizado deve morrer para fabricar Alma.”

“Devemos trabalhar com o Hidrogênio SI-12 da energia sexual, transmutando-o através da Alquimia Sexual, para termos direito ao segundo nascimento.”

“Só nascendo o Anjo dentro de nós mesmos seremos Imortais. É absurdo pensar no advento do Fogo, se não sabemos transmutar a energia sexual. O Fogo Sagrado resulta da transmutação de nossas secreções sexuais. Quem não conhece o Maithuna (Magia Sexual), não pode receber o Fogo Sagrado. Se a Alma não recebe o Fogo, se desvanece e morre depois de muitos séculos... pouco a pouco... .”.

Samael protesta dizendo que: “Os piores inimigos das Escolas de Regeneração são os infra-sexuais. O infra-sexual se considera superior às pessoas de sexualidade normal e odeiam, mortalmente, ao Supra-sexo.”

“O Movimento Gnóstico é uma Escola de Regeneração mortalmente odiada pelos infra-sexuais. Os degenerados do infra-sexo se crêem mais perfeitos que o Terceiro Logos e o blasfemam dizendo: “o sexo é algo muito grosseiro”, “a materialista Magia Sexual é algo animal”, “nós trabalhamos pela espiritualização”.

“Os degenerados do infra-sexo se crêem mais puros que o Espírito Santo e falam horrores contra o sexo e contra a Magia Sexual.”

E adverte Samael:  “Cuidado, querido leitor! Não confunda gato por lebre! Escola que não ensine os Três Fatores de Revolução da Consciência, não é realmente Escola de Regeneração. Escola que ensine o caminho da fornicação não é Escola de Regeneração. Escola que ensine a fortificar o Eu, não é Escola de Regeneração. Por seus frutos as conhecereis. Conhece-se a árvore pelos seus frutos. Tal fruto, tal árvore.”

“Existem três classes de Tantrismo: Branco, Negro e Cinza. As Escolas de Magia Branca se baseiam no Tantrismo Branco. As Escolas de Magia Negra se baseiam no Tantrismo Negro. As Escolas de Tantrismo Cinza são incoerentes, vagas, imprecisas, mas conduzem o Iniciado ao Tantrismo Negro.”

“Entende-se por Tantrismo Branco a conexão sexual sem ejaculação seminal. Entende-se por Tantrismo Negro a conexão sexual com ejaculação do Sêmen.”

“Entenda-se por Tantrismo Cinza a conexão sexual em que, às vezes, existe ejaculação do Sêmen e, às vezes, não existe ejaculação do Sêmen.”

“As Escolas de Regeneração proíbem a ejaculação do Sêmen. As Escolas de Magia Negra não proíbem a ejaculação do Sêmen e até justificam, à sua maneira, dita ejaculação com frases e sentenças religiosas”.

“Os Iniciados das Escolas Tântricas trabalham com o Hidrogênio SI-12. Este é o Hidrogênio do sexo.[...]”.

Mas uma das questões intrigantes dos ensinamentos de Samael, está no que se refere ao Limbo dos cristãos ou seja, um outro mundo onde vivemos depois de mortos, como Dante o descrevia como o primeiro círculo dos mundos infernais  ou mundos inferiores, que o Mestre Gnóstico afirmava ser essa região dos mortos, um mundo molecular, onde jamais se escuta as queixas e as blasfêmias dos condenados, pois que lá, só se ouve suspiros que procedem das penas sem tormento de uma grande multidão de homens, mulheres e crianças que não puderam ingressar no céu, não obstante não tivessem pecado, mas que se pecaram e se arrependeram, ou até tivessem adquirido na vida muitos méritos, virtudes, beleza e inocência, faltou-lhes o trabalho principal com as águas espermáticas da existência, ou seja, porque não conheceram o Arcano AZF, a Sahaja Maithuna, a magia sexual, ainda que alguém lhes tivesse falado a respeito, a recusaram por desacreditarem nesse batismo.

Por isso, afirmava Samael ser urgente baixar à Nona Esfera (o sexo), para trabalhar com a água e o fogo, donde originaram os mundos, os animais, os homens e os deuses. Assim, a descida à Nona Esfera sempre constituiu a prova máxima para a suprema dignidade de hierofante, de tal sorte que Jesus, Hermes, Buda, Maomé, Moisés, o Santo Lama, etc. — tiveram que passar por essa terrível prova. Dizia também, ele, “É urgente fabricar os corpos solares na Forja Acesa de Vulcano porque ao banquete do Senhor é proibido se assistir em trajes lunares, com trajes de mendigo.”.

O Mestre Weor afirmava que: Dante Alighieri “encontrou no limbo, muitas crianças inocentes, patriarcas e homens que jamais baixaram à Nona Esfera.”. “No limbo vivem pessoas de muito valor, cujo único crime foi não terem fabricado seus corpos solares”. Lá, Dante econtrou poetas famosos como Homero, o satírico Horácio, Ovídio e o terceiro e ultimo Lucano.”. Assim, Dante teria encontrado flutuando no Limbo, personagens austeras de grande autoridade — mas vestindo seus corpos lunares. Estaria no Limbo, Elétra com alguns de seus companheiros como Heitor e Enéias. Estariam lá, também, Camilia e Pentesiléia, assim como o rei latino, sentado ao lado da sua filha Lavínia. Lucrecia e Brutus, este que expulsou Tarquínio de Roma. Estavam também: Júlia, Márcia, Cornélia e Saladino, Sócrates, Demétrio, Diógenes (o filósofo da lanterna, com a qual procurava um Homem em pleno dia), Discórides (o observador da qualidade), Sêneca (o moralista), Euclídes (o geômetra), Ptolomeu, Anaxágoras, Tales, Empédocles, Heráclito e Zenon, que não obstante fossem muito sábios, vestiam trajes de mendigo — corpos lunares.

É curioso notar que Weor comentava que Mohandas Karamchand Gandhi (o Mahatma Gandhi, como é mais conhecido) tinha toda a possibilidade de fabricar seu corpo solar na Forja Acesa de Vulcano, porque teve uma bonita esposa — mas cometeu o erro da abstinência, ou seja, renunciando a fazer sexo com ela, pois acreditava que assim poderia se auto-realizar. É claro que segundo Weor, Gandi foi para o Limbo. Até Yogananda (o grande yoguin) foi encontrado no Limbo por Samael Aun Weor, vestindo seu corpo lunar, ,imboimbroseu corpo lunar, no Limbo por Samael Aun Weor.nita esposa — mas cometeu o erro de abster-se  porque também não teria fabricado sua Alma ou Corpo Solar, daí seguiu-se como tal Weor teria advertido Gandhi de que vira que o fogo sagrado não subira pela sua espinha dorsal, também o fez com o yoguin, dizendo-lhe o mesmo não tinha se auto-realizado, e por isso teria que se reencarnar para se casar e trabalhar na Nona Esfera, se quisesse fabricar seus corpos solares para entrar no reino.

Bibliografia:

1-      Weor, Samael Aun, As Escolas Esotéricas, 2ª Ed., Centro de Estudos de Antropoligia Gnóstica, C.E.G, Brasil;

2-      Weor, Samael Aun, A Noite dos Séculos, 2ª Ed., Editora Gnose, Porto Alegre, RS, 1988.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO “COZER A PEDRA”?






  


Luiz Carlos Nogueira










Essa expressão “cozer a pedra” (cozinhar a pedra), encontrada nas obras nas quais se expõe o trabalho dos antigos alquimistas, também chamado de a “Arte Régia” ou também “A Grande Obra”, é o que na verdade se entende hoje, ou seja, como sendo o trabalho no laboratório dos alquimistas — uma metáfora para um trabalho espiritual, isto é, que consiste em trabalhar a pedra filosofal, como se fosse a transformação de um metal inferior — em ouro, significando com isso, a transformação de si mesmo, de um estado inferior para um estado espiritual superior.

Assim é que, dizem os iniciados nas ciências ocultas, que foi através das Ciências Herméticas ensinada nos centros iniciáticos do Antigo Egito, que esses conhecimentos chegaram até nós de forma oculta, se é assim que se pode dizer sobre uma forma velada desses ensinos. Esses estudiosos das Ciências Ocultas e Alquímicas, se conduziam com um fervor e uma animação pura, com vistas a dominarem as leis da natureza e se unirem aos planos superiores da existência.

Dessa forma lograram por descobrir a Pedra Filosofal, ou seja, simbolicamente o ponto mais alto do “Templo do Homem”. Em outras palavras, essa pedra é para eles, o ponto de ligação entre o espiritual e o material — entre o que é celeste e o que é terreno. O Homem, portanto, é o Templo Vivo onde habita o espírito. É no seu interior que a Pedra Bruta se transforma na Pedra Filosofal, que é a principal meta da realização interior para dessa forma se re-unir (recuperar) à Unidade Divina de onde saiu, ou da qual se afastou.


Dizem, portanto, esses iniciados alquimistas, que para esse atingimento, são necessárias três etapas a serem cumpridas pelo ser humano, quais sejam: submissão às Leis Divinas; cumprimento dessas mesmas Leis; e finalmente, o domínio das Leis Divinas. Portanto, são essas as “três cocções” necessárias para se “cozer a Pedra” — ou seja, os três passos que podem levar o ser humano da imperfeição para a Perfeição. A essa realização é que se dá o nome de Casamento Alquímico, significando quando o Germe Divino que está semeado em nós, harmoniza o ritmo da nossa alma individual, com o ritmo da Alma do Mundo, cumprindo afinal a Grande Obra.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

SÃO PIO X - Por Paulo Corrêa de Brito Filho


 19-08-2014
 
 
SÃO PIO X
1914 – 2014
 
 
·        Paulo Corrêa de Brito Filho
 
 

  
        
Comemora-se neste mês o centenário da morte do Papa São Pio X, canonizado por Pio XII em 1954. A revista Catolicismo (*), que ao longo de sua história sempre exaltou a figura e a obra daquele imortal Pontífice, não poderia deixar de fazê-lo nesta magna data, relembrando sua extraordinária estatura moral, que marcou profundamente o mundo e continua a marcá-lo até os presentes dias.

Para esse efeito a matéria de capa da edição deste mês reproduz textos selecionados do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira — inspirador e principal articulista de Catolicismo até seu falecimento em 1995 — sobre aquele santo varão, cujo pontificado (1904-1914) representa grande glória para a História da Igreja.

         Na primeira parte, o leitor encontrará uma admirável síntese biográfica e o sentido profundo da obra do homenageado, ressaltando seu empenho em promover a devoção eucarística e o culto litúrgico, a instrução religiosa e catequética, bem como em defender os direitos da Igreja na esfera pública. É ressaltada também a benéfica ação sobrenatural exercida por São Pio X sobre aqueles que dele se aproximavam.

         A segunda parte da matéria é dedicada a descrever a doutrina e os métodos empregados pela heresia modernista, condenada energicamente pelo santo Pontífice depois de baldados seus ingentes esforços para converter os líderes dessa corrente à ortodoxia católica.

         Mediante a fulgurante Encíclica Pascendi dominici gregis,promulgada em 1907, São Pio X denunciou os fautores da conspiraçãomodernista, que tentavam adulterar o Magistério tradicional da Santa Igreja e cujos erros disseminavam nos próprios ambientes da cidadela católica.

         Ele desmascarou assim os fautores dos erros, denunciou suas táticas, revelou a extensão da conspiração, e estigmatizou a doutrina modernistacomo sendo a “síntese de todas as heresias”.

         Infelizmente, com grande pertinácia, os modernistas rejeitaram submeter-se à autoridade da Igreja. O Papa então, para defender a Igreja e os fiéis, sentiu-se obrigado a condenar nominalmente os principais chefes do movimento.

         A matéria reproduz também alguns trechos da Pascendi, os quais, além de apresentar aspectos da doutrina modernista, põem em evidência o péssimo estado de espírito dos hereges; e se detêm na explanação de sua tática de proselitismo, especialmente a dissimulação.

         Nos dias de hoje, os católicos desejosos de se manterem fiéis à doutrina sempiterna da Igreja enfrentam um inimigo tão virulento e ardiloso como o modernismo: o progressismo católico, que apresenta claramente desvios modernistas adaptados às circunstâncias atuais. Assim sendo, devemos pedir instantemente ao glorioso Papa São Pio X que nos conceda sua firmeza doutrinária, sua energia e providencial perspicácia para discernir e rejeitar a investida do progressismo dito católico.

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(*) http://www.catolicismo.com.br/
*Paulo Côrrea de Brito Filho é Diretor de Catolicismo e da Agência Boa Imprensa
 
 

 
 
 
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

quinta-feira, 17 de julho de 2014

SERVIR APENAS A ELE - Por HUMBERTO PINHO DA SILVA










Há quem milite em partidos políticos, apenas para alcançar prestigio, e o faça sem se preocupar com ideologias; e há, também, quem ande de Confissão em Confissão, religiosa, em busca de proveito próprio.

Não se pense que rondam apenas Igrejas Evangélicas e seitas, porque a Igreja Católica, para Seu mal, é, igualmente, vítima de cobiça.

O Papa Francisco, na homilia que proferiu na capela da Casa de Santa Marta, referiu-se a esse grave problema.

Eis palavras textuais de Sua Santidade: “ Algumas vezes fazemos coisas procurando fazer-nos ver um pouco. Procurando a vaidade. É perigosa, a vaidade, porque nos faz derrapar para o orgulho, a soberba, e depois tudo acaba ai. “

E prosseguiu:

“ Na Igreja há arrivistas, há muitos que usam a Igreja…Se gostas disso, vai para o Norte, e faz alpinismo, é saudável! Não venha para a Igreja para ser alpinista; Jesus vai reprovar estes arrivistas que procuram poder.”

Antigo abade da Igreja de Santo Ildefonso, no Porto, ao ser interpolado porque na sua Igreja e na sua missa, havia hipócritas, respondeu:

- A porta está aberta…até os cães podem entrar!…

Pastor evangélico, que conheci, afirmava, que seria sacerdote abençoado, se na sua Igreja houvesse um crente convicto e virtuoso.

Contou-me, certa ocasião, ao interrogar homem, que periodicamente vinha ao culto, porque não trazia a família, ouviu, estupefacto, esta resposta:

- Não querem…Eu venho, porque sempre levo queijinho ou alimentos…

Estando em Roma, na Basílica de S. António, a conversar com Frei António, frade franciscano, este, disse-me, que determinada seita, convidaram-no para pastorear a congregação da sua terra natal. Como recusasse, por acreditar que a Igreja verdadeira era aquela onde fora criado, argumentaram:

- Por que o vencimento é pouco?!…

Alguns sacerdotes buscam de preferência paróquias ricas e há pastores que mudam, facilmente, de denominação, se o ordenado for mais elevado.

Assemelham-se a jogadores de futebol, que defendem e juram, serem leais à camisola, enquanto não encontram clube que lhes dê maior vantagem.

Após a independência dos territórios ultramarinos, que pertenciam a Portugal, chegaram à Europa, muitas famílias, por razões políticas e de segurança.

Era difícil encontrar emprego, e a maioria não tinham recursos nem amigos.

Alguns jovens aproximaram-se de Igrejas, e semanas depois, declararam estarem disponíveis a estudarem, para serem sacerdotes, logo que conheceram que os pastores obtinham ótimos vencimentos.

Sei, que quem se dedica, como sacerdote, à Igreja, tem direito a receber remuneração, que lhe permita viver decentemente, desde que não tenha outros rendimentos; mas sei, igualmente, que o altar não é balcão de negociatas.

Há paróquias que remuneram de harmonia com o vencimento médio de professor do secundário. Atitude que me parece correta.

Ideal seria as dioceses estabelecerem ordenado e manterem casa onde sacerdotes idosos possam repousar, e os mais jovens ficarem livres para prestarem assistência aos paroquianos.

Assim podiam servir apenas a Ele, como disse o Papa Francisco:“ Sem vaidade, sem vontade de poder e sem desejo de dinheiro.”

  

HUMBERTO PINHO DA SILVA  -   Porto, Portugal
publicado por solpaz às 10:20

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Hitler possuía rudimentos exotéricos, e não "Iniciação Esotérica” – Por Gandharananda Shanti

Para conhecimento dos meus leitores - e.mail recebido de 
Gandharananda Shanti - que se apresenta como Filósofo Hindu


de: Gandharananda Shanti responder a: kaayarecruzeirodosul@gmail.com
para: nogueirablog@gmail.com
data: 11 de julho de 2014 09:57assunto: HITLERenviado por: gmail.comassinado por: gmail.com

Imagens recebidas deste remetente são sempre exibidas Não exibir de agora em diante.






"Contradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época..."


Caro Sr.Luiz Carlos Nogueira, paz e Luz!



Ao contrário do que escreves em seu artigo, gostaria de apontar o "equívoco" de tal afirmação.

Hitler possuía rudimentos exotéricos, e não "Iniciação Esotérica".



Entenda-se por "informação exotérica" de Hitler, suas leituras sobre ocultismo, o que ele conseguiu com livros que se encontram em livrarias especializadas, e à disposição de qualquer mortal.



"Conhecimento Esotérico e Iniciático" jamais se dá à luz do dia, nem por leitura comum à qualquer indivíduo.



A transmissão do ensinamento se dá entre "Mestre e Discípulo, e de ouvido à ouvido."



Hitler, infelizmente se associou, entre outros mercenários ocultistas, aos Lamas do Barrete Vermelho, que eram feiticeiros e magos negros.



Foi destes monges degenerados e iniciados na magia das trevas que partiu a idéia de inverter, ou inclinar a Cruz Jaina no ângulo de 45º graus.



Hitler foi a reencarnação de um grande e famoso Rei Judeu.



Mais do que isto não tenho permissão para lhe segredar.



Só posso adiantar que Hitler, no passado como Rei, foi iniciado até certo grau, mas na encarnação como ditador, trazia vaga lembrança de seu passado místico, e tentou a todo custo despertar forças que ele não conseguiria dominar.



Tudo redundou em fracasso?



Não! Hitler tinha o livre arbítrio, como todo espírito. Mas estava limitado pelas ações do carma.



"É preciso que haja escândalo. Mais ai da mão que fomentar o escândalo."



Hitler, por seu livre arbítrio, cometeu o mesmo erro do passado, quando trucidou e mandou empalar vivos seus adversários e inimigos.



Como castigo das Altas Esferas, Hitler passará mil anos em solidão em lugar de vibração concordante com seu estado mental perturbado.



O espírito que foi Hitler encontra-se em uma cadeia espiritual, espécie de presídio em comunidade fora do sistema planetário, e muito distante.



Até por misericórdia da Lei, foi o melhor a fazer com Hitler, pois milhões de almas justiçadas por ele, desejavam perseguir e se vingar do antigo algoz.



Paz profunda em seu coração.

Eu Sou Gandharananda Shanti.

Lua Cheia de Câncer - Ano do Senhor.
Om Shantiniketan!





" Toda a religião, qualquer que seja, não substitui o Amor do coração.

O Amor é a verdadeira religião. Não importa se você não acredita em Deus.

Importa que você ame seu semelhante. Que seja fraterno, sincero e leal.

Que respeite as pessoas."

"A única porta de acesso ao Santuário Sagrado do Mestre é o amor pelos semelhantes."

Gandharananda Shanti - Filósofo Hindu

Observação: O presente texto refere-se à História Oculta de Hitler, publicada no meu blog que poderá ser acessado clicando neste link: 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Trajetória inglória, fim ainda mais inglório - Gregório Vivanco Lopes


 24-06-2014
 
 

 

Trajetória inglória, fim ainda mais inglório
 
 
Gregorio Vivanco Lopes 
 
 

      Em 1943, em livro que ficaria famoso, intitulado Em Defesa da Ação Católica, Plinio Corrêa de Oliveira denunciava os perigosos erros que então se introduziam nesse movimento, com destaque para o chamado “apostolado de infiltração”. Tal “apostolado” consistia em que os membros da Ação Católica frequentassem ambientes dos mais contrários à moral, como certos bailes, clubes, etc., além de partidos comunistas, sempre com o fim de ali “levar o Cristo”.
      O tempo demonstrou que essa tática, como fora denunciada no referido livro, era ruinosa, pois os membros das diversas formas de Ação Católica, como a JEC, JOC e JUC, mais se deixavam influenciar pelos ambientes anti-religiosos que frequentavam do que eram capazes de influenciá-los.
      Iniciou-se então, para esses movimentos, uma trajetória inglória. Por exemplo, a JOC (Juventude Operária Católica, depois Cristã) foi escorregando para posturas cada vez mais próximas da luta de classes marxista, abandonando a posição declaradamente anticomunista, sempre defendida pela Igreja.
       Assim, de escorregão em escorregão, a JOC mundial, que tinha como inspiração e modelo sua seção belga, fundada em Bruxelas pelo falecido padre progressista Joseph Cardjin, foi adotando opiniões cada vez mais pró-comunistas.
Agora nos vem a notícia de que o esperado fim inglório chegou.
O boletim francês La Vie, pertencente ao grupo do jornal “Le Monde”, de Paris, publicou em 14 de abril último notícia da qual extraímos os tópicos que seguem.
“Após debates e votos, o Conselho Nacional da JOC belga concluiu que não tem mais significado chamar-se ‘Juventude Operária Cristã’, mas sim ‘Jovens Organizados Combativos’ (Jeunes Organisés Combatifs).
“Há alguns meses, o movimento escolheu um novo nome para si, mais de acordo com suas lutas atuais.
 “Tornara-se evidente que uma grande parte dos jovens não se viam refletidos nas palavras cristão eoperário”. O adjetivo cristão era visto como impeditivo da inclusão de jocistas de outras confissões religiosas.
“‘Há dois anos que os jovens jocistas decidiram entregar-se a um longo processo de reflexão sobre a identidade da JOC’, explica um comunicado de imprensa do movimento. Agora, ‘os membros da JOC buscam organizar todos aqueles que se revoltaram e querem combater todas as formas de opressão causadas notadamente pelo sistema capitalista’”.
Vemos a JOC descambar assim para o comunismo mais rombudo e mofado, sem se preocupar sequer em revestir-se das novas roupagens com que muitos dos sequazes de Marx buscam pudicamente disfarçar seus intuitos.
          Visão profética de Plinio Corrêa de Oliveira quando, em 1943, percebeu e denunciou os desdobramentos que teriam os erros então larvados existentes na Ação Católica! Erros esses que hoje chegam a seu último e inglório desdobramento na JOC belga: a apostasia dos gloriosos nomes católico e cristão.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM
  
 

 
 
 
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)
 
Fonte: site Agência Boa Imprensa, acessada dia 25/06/2014, às 21h 14m de Mato Grosso do Sul, através deste link:
https://workflow.comunique-se.com.br/ViewPage.aspx?mid=99e104f9-6299-499e-9b6f-b60c91800cc1